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Sonhos, com Deus.


Olho para o céu, sempre uma nova vez,

Procurando da luz, o seu brilhar.

Pois deste lindo céu que Deus fez,

Sempre tiro forças para continuar.

Às vezes a vida é cruel nos tira tudo, Fica do avesso.

Porém descobri que o fim; fica logo antes do começo.

 

Sentado sobre um chão de fantasias,

Feito de algo que chamo SONHO.

Dalí, tiro minhas alegrias,

Ali não vejo nada enfadonho.

Na verdade, Se meus sonhos fossem um jardim,

Seriam eternos, pois Deus cuida deles por mim

 

O que importa no meu viver,

Em que vivo a sonhar.

 É a satisfação obter,

Daí vem à alegria sem par.

Satisfação é com Deus dormir, com ele sonhar,

Por ele os olhos abrir e com ele sempre estar.

 

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. (Salmos 37:5)".

 
Alexandre S. M. Ribeiro.
 

 

Um herói improvável


Um herói improvável
Pois ainda que o justo caia sete vezes, tornará a erguer-se, mas os ímpios são arrastados pela calamidade. Provérbios 24:16.


E
m 1938 a maioria dos noticiários norte-americanos não trazia reportagens sobre o presidente Franklin Delano Roosevelt. Tampouco se referiam ao chanceler alemão Adolf Hitler, já empenhado em suas conquistas para construir o império nazista. E certamente não mencionavam Winston Churchill, que ainda permanecia no anonimato político.
Na verdade, foi um cavalo chamado Seabiscuit que dominou os noticiários e 1938.
A América do Norte ainda estava imersa na Grande Depressão. Embora algumas soluções tivessem aliviado u pouco a situação, milhares de pessoas continuavam sem emprego (apenas o inicio da Segunda Guerra Mundial levaria o país a se reerguer plenamente). Naquela ocasião, a nuvem densa da terrível condição da nação foi dispersa por um campeão extraordinário, um herói improvável.
Seabiscuit era filho de um excelente garanhão, mas  sua estrutura era pequena demais. Por ter um trote desajeitado. foi rapidamente descartado. Passou três anos apanhando, sendo maltratado e trabalhando em excesso. Tornou-se agressivo, hostil, indomável e perigoso.
Esse foi o cavalo que, contra todas as expectativas, se tornou o campeão em 1938. Venceu corrida após corrida, estabeleceu novos recordes, e, numa competição emocionante em 1º de novembro, correu lado a lado com um campeão renomado e o venceu.
Aproximadamente 40 milhões de americanos, um terço da população, se aglomeraram ao redor de rádios para acompanhar a corrida. O presidente foi um deles.
A história de Seabiscuit repercutiu numa nação prostrada pela Depressão, numa nação que ansiava uma segunda chance.
A história não para aqui. O jóquei de Seabiscuit era considerado um “perdedor” também. Era grande demais para montar. O treinador de Seabiscuit era idoso e sem muito tato. O proprietário do animal era um vendedor de automóveis cuja vida havia sido profundamente abalada pela morte do único filho.
Essa é a história de um cavalo pequeno demais de um jóquei grande demais, de um treinador velho demais e de um proprietário que não sabia o que estava fazendo, mas que venceram.
Isso meus amigos, é o que Deus quer fazer por nós. Isso é graça.